domingo, 30 de julho de 2017

Números, música e sinceridade...

       Em mais um texto, eu venho me convencer de que existe algo na ordem cósmica que te coloca perto das pessoas que valem a pena.       Será?

  Eu não sei, o fato é que... Eu tenho uma facilidade enorme de encontrar pessoas que aparentemente, parecem valer a pena.
O que não é o caso de hoje!

   Vagando, andando, nadando e percorrendo um longo e estreito caminho, eu parei uns minutos. Encostei no poste para tomar fôlego e a 3 passos depois, bati de frente com um alguém.

    Ele me parecia um tanto quanto diferente e observador. Olhei em seus olhos e a partir daí, ele sorriu e começamos a conversar.

    A sensação era de como se eu tivesse encontrado uma versão masculina de mim mesma bem ali, na rua. E não foi muito longe disso. (risos)

   Uma música foi necessária para juntar nós dois por 3 dias seguidos e sem intervalo. Tá bom, foi mais que uma música...

     Também teve a questão dos números e uma pitada de sinceridade. Três coisas que se misturaram e ficaram muito mais forte que uma cola super bonder.

   Sei que esperam uma conclusão disso tudo, então... Eu concluo com tudo isso, que ás vezes, uma pessoa que você encontra por aí, tem mais segurança em ficar ao teu lado e queira ser especial em sua vida, do que uma pessoa que parecia ser sua alma gêmea, do nada resolveu ir embora sem previsão de volta e não quis estar bem aí, ao seu lado.

domingo, 7 de maio de 2017

Jogo de palavras e a devoção!

      Parei para respirar um segundo e percebi que algo estava incerto. Sim, tinha deixado meus sentimentos escaparem da caixa vermelha onde guardo também, as lembranças.

    O impacto de ter perdido alguma coisa, me incomodava a tal ponto, que eu acabei me precipitando e comprando outra caixa de lembranças, mas essa, era azul.

     E embora eu quisesse admitir que estava admirada com ela, também batia o receio de conhecer o que é novo. Junto com ela, veio uma pessoa...

    Uma pessoa que nem se quer chegou a entrar no meu coração, mas a considero uma exceção em meio aos outros dois e que por sinal, eu mesma compliquei tudo.

   Ah, e se tratando de devoção, posso afirmar que aprendi muito sobre isso e sobre fé também. Esses ensinamentos me fizeram refletir sobre a pessoa que sou e no que estou me tornando.

     É, posso dizer que ele é bom em jogo de palavras mesmo que ele próprio não tenha notado isso. E além disso, é bom em ser especial e inteligente, muito inteligente mesmo.

     Tá, não estou mudando de assunto!

    Ou talvez esteja, eu não sei... O fato é que sempre caio no mesmo roteiro porque não sei me apegar a outros diferentes.

     E de certa forma e padrão, nem posso. Tenho certeza de que algo bom estar por vir e que nada acontece em vão.

     E para concluir, hoje eu vou deitar na minha cama, escutar músicas do meu grupo favorito até adormecer. Claro, de madrugada, vou acordar assustada e me questionar sobre o ocorrido da noite anterior, mas não tem problema.


     E quanto a caixa de lembranças azul? Foi devolvida junto com a pessoal especial que nem se quer chegou a entrar no meu coração.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Reembolso de momentos...

      Em algum dia tirado para pensar no que já tinha vivido, percebi que muitos momentos iam se apagando da minha memória involuntariamente.

   Não, eu não estou com a memória fraca ou coisa parecida. O fato é que uma vez ou outra, certas situações perdem o sentido e sem querer, nós paramos de nos importar e tudo vai se apagando.

    E embora eu quisesse manter todos os pensamentos em ordem, sempre ocorre uma certa bagunça na mente. Claro, não é por vontade própria que nós sofremos ou sentimos raiva, mas é por não sabermos administrar a intensidade de ambos.

      Certas palavras cortam mais do que uma espada e algumas despedidas, doem mais que um osso quebrado. A minha intenção, não é superar o texto anterior como eu fazia.

      Mas de alguma forma, eu sempre encontro um motivo para voltar a sentar no sofá e olhar aquela televisão que está sempre desligada.
     Poucas pessoas chegam a entender esse dilema. Porque tentam solucioná-lo para você sem se quer saber a causa.

     No meu entendimento, não há problemas em quererem entender meu interior e além disso, pode ser que elas tenham a fórmula perfeita para a cura dessas feridas que o amor abriu e o tempo ainda não fechou.


    Mas enquanto eu não encontro pessoas assim, vou aqui tentando obter um reembolso de momentos que infelizmente, só estão guardados no meu sub-consciente e na verdade, já nem lembro mais.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Tempestade de indecisões!

         Hoje, em algum momento da minha vida, me pego lembrando do dia em que o céu, deixou de ser azul e ficou completamente branco.

     É, eu já não enxergava mais as cores como as outras pessoas. Não foi um acidente físico ou problema de visão, foi bem pior... Foi decepção!

     Eu prometi que não ia mais falar de coisas tristes e arrasadoras. Eu sei...

       Mas a questão é que eu não consigo!

    E em meio a tantas confusões, eu percebi que de algum modo, todo esse roteiro ainda faz parte de mim. Isso quer dizer que querendo ou não, eu sempre vou me lembrar de tudo aquilo que já foi motivo para esquecer.

      Não, eu não estou sendo melancólica e nem quero começar com a ladainha outra vez, até porque, isso me renderia mais uns dez outros textos.

       Só estou tentando fingir que não preciso voltar a fita para entender o final. E é claro, estou outra vez me culpando vagarosamente por cada gesto dele que ficou para trás e eu não pude responder porque não estava com ele.

    Por fim, nessa tempestade de indecisões, eu posso concluir que não existe um tempo certo para apagar um erro cometido ou um adeus que nunca existiu.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Um perigo a cada palavra...

     
Comecei esse texto pensando que iria saber como continuar,mas não,porque as palavras sumiram. Não importa,vou tentar me explicar sem redundância e sem exageros.
  Tudo bem,se eu não cumprir com essa promessa,vou aceitar cobranças depois. O fato é que eu me pego em tal circunstância da vida onde nem se quer um sorriso eu consigo dar se não for por educação.
  É, o tempo está passando e minha vontade de deixar tudo como está,é bem maior que meu esforço em fazer o contrário. Sei que tenho que seguir sem olhar para trás,mas acontece que ainda me lembro do último roteiro que escrevi.
   De novo estou falando de roteiros? Pois é,acabo de perceber que desapegar de uma boa história, não é tão fácil assim. Não sei onde vou parar com tudo isso ou se esperar por alguém mais 47 anos,ainda é uma prova de amor ou loucura.
   De qualquer modo,eu entendo que esses pequenos detalhes sempre são deixados de lado quando se trata de um bom clímax. Agora eu vejo que o livro que comecei a ler semana passada, tem sido uma caixa de lembranças. Talvez eu não deva mais ler o livro e comece a me importar com outras bobagens do tipo,ir ao cinema sozinha.
   Não importa o que eu for fazer,ainda assim sempre ficará aquela sensação de que eu não terminei esse capítulo. Escrever outro começo num pedaço de papel qualquer, talvez seja melhor do que correr perigo a cada palavra que me recordar o passado.
    É,e eu termino esse texto como todos os outros que postei aqui. Prometendo não ler mais romances,esquecer os roteiros e mudar meus hábitos para que eu me distraia e não precise mais sentar no sofá para ver a novela,mesmo sabendo o fim dela.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Castelos de vento

 Tudo bem,eu parei um segundo da minha rotina para desfrutar das intensas marcações de um blog. Não me segurei e copiei mentalmente as palavras coloridas mas,de muito conteúdo.
  Fui construindo oportunidades de me sair melhor em várias situações,fiz de cada noite de sono,prêmios celestiais para um lindo fim de dia.
   Certo,eu compliquei tudo que pude mas agora, eu percebi que preciso parar; Sim, finalmente senti capacidade para continuar e seguir outra vez.
   E nessa nova fase,eu escolhi por viver sem medo,e quer saber,o avião do meu destino enfim vai decolar.
   Sensações sem rédias e coração cavalgando, mostram que a anciedade prende meus calafrios num seleiro de sentidos. É, não tem mais volta e se eu tiver que ultrapassar alguns sinais, assim será.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Limites sem linha reta de chegada


    Pois é,o tempo vai passando e nós,vamos modificando nosso jeito de agir,de pensar e até de sentir. A questão,é que nem sempre nos damos conta do nosso progresso.
    Focamos somente nas coisas em que aparentemente,são cômodas,fáceis e eternas. Mas a inquisição dos nossos erros,está bem aí,nesse momento em que esquecemos que existe um “eu” na história e valorizamos somente o vazio de um “deles”.
    Além disso,corremos sérios riscos em adaptar nossa consciência ao que conhecemos de “social”. Não me corrija os verbos,mas observe as locuções.
    Não é uma proposta antiga que parece ter voltado,é somente um jeito diferente que arrumei para me calar quando já estiver sem razão.
    Não é um bom texto,nem quero me superar,por que para isso,eu escolheria outra situação. E eu sei que não sou lá aquelas boas pessoas em português para questionar outra que lê,entende e interpreta tal contexto. Mas enfim,já tive muito problemas com contextos e roteiros,penso que já deu,já basta.
    Por isso,quero terminar este pequeno texto,tentando me recordar se ainda quero jogar todas as cartas fora,ou se é melhor guardá-las numa caixa e começar a me importar toda vez que alguém trocar meu capuccino por chá verde.